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O que a escola ensina e é factor de falhar na vida

Nesta jornada  pelas terras de Agaricu, várias têm sido as curvas do caminho. Desta vez não foi tanto uma curva despercebida, foi mais uma prática de uma aprendizagem que me foi legada pelos anos de vida, e é disso que neste post vou falar.
  
O gatilho que plantou a ideia, foi o post da passada quarta-feira. Naquele post onde deixei claro, que o quadradinho que estava apresentar, não ia ficar. Recordas?

A ilustração ficou aquém das minhas espectativas e o seu conjunto não contava bem a história.. Se poderia ter continuado? Não!

 

A mente quando encontra opiniões opostas no mesmo assunto, gasta muita energia para achar uma só conclusão. A dualidade mina a confiança. Por essa razão encontrar uma decisão que não fosse conflituosa era completamente necessário. 
Por isso escolhi refazer o painel inteiro, unindo as várias frentes que outrora não estavam convergentes.

É sempre bom lembrar que o "fazer" tem destas coisas.  Faz parte do fazer, errar. Só a soma do tempo, minimiza o erro. 

Mas onde se aprende a fugir do erro?
Na escola,  enquanto estudamos. Aprendemos que os erros, são punitivos e razão de exclusão. Este medo de errar não termina nos testes ou com o percurso escolar. Continua e alarga sempre que seja necessário tomar uma decisão. Vai também influenciar a maneira de estar na vida. Por isso tantas pessoas chegam aos quarenta e ou cinquenta anos de idade e sentem-se longe de tudo que lhes trás vida. Viver a fugir do medo do erro resulta nisso. E é ainda assim que se ensina a pensar.

Neste pequeno apontamento gerado por um tropeço de uma ilustração, tanto ainda ficou por dizer. Mas também não quero aqui despejar muitos dos males que o mundo tem.
Deixo assim e aqui o meu contributo para tua consciência e o meu voto, para equilibrar a  egocêntrica identidade da sociedade que vivemos, sobre a noção do fazer e da perfeição.